domingo, 16 de março de 2014

Passagem de bastão

Recordo-me das mudanças entre 1997 e 1998, quando uma grande mudança do pacote técnico (carros mais estreitos e pneus com estrias) tentava parar a Williams e o seu domínio. Porém, o que se viu em Melbourne dezesseis anos atrás foi uma passagem de bastão, com o domínio ficando com a McLaren. Em 2014, mesmo a Mercedes não repetindo a dobradinha de Hakkinen e Coulthard, o time germânico mostrou que poderá dominar a F1 em 2014 com uma vitória retumbante de Nico Rosberg, onde o alemão não tomou conhecimento dos ocupantes da primeira fila e passeou em Melbourne, repetindo a vitória do seu pai 29 anos antes (não 30, como repetiu várias vezes Galvão Bueno) e liderando o campeonato da F1 pela primeira vez na carreira. Seus companheiros de pódio debutaram no local com Ricciardo novamente levantando o público e tirando um baita sorriso da Red Bull e Kevin Magnussen estreia na F1 da melhor maneira possível, tirando a McLaren de seu jejum de pódios.

A corrida ficou abaixo das expectativas com poucas ultrapassagens e uma taxa de abandonos aceitável (quatorze carros receberam a bandeirada). Como ninguém sabia ao certo como se comportariam os novos carros, os pilotos claramente pegaram leve, mas Nico Rosberg não quis saber de conservadorismo na largada quando saiu da segunda fila para a primeira posição ainda nos primeiros metros, disparando na ponta a partir de então, controlando o seu ritmo para não ter quaisquer tipos de problemas, seja com o combustível, seja com o pneu. Na relargada após a entrada do safety-car, Nico colocava 1.5s sobre Ricciardo com a facilidade que Vettel fazia isso no passado nessa mesma posição, indicando que os 22s que construiu de vantagem sobre a Red Bull de Ricciardo foi também pela tirada de pé de Rosberg, pois se precisasse, o alemão tinha mais reservas para abrir ainda mais sobre qualquer adversário. Com 25 pontos na mão, Nico coloca ainda mais um problema na difícil cabeça de Hamilton. Com problemas no motor desde o início, não é de se duvidar que Lewis já soubesse que abandonaria quando largou e isso explique a péssima largada do inglês, mas com Rosberg largando nessa temporada em vantagem, em um ano em que a Mercedes está claramente superior aos demais, Hamilton começa o ano com mais grilos do que seu carro mostrou ao longo do final de semana.

O grande sorriso de Daniel Ricciardo no pódio espelha o clima da Red Bull após uma pré-temporada turbulenta, onde a equipe sofreu com os problemas de confiabilidade e desempenho da Renault e havia quem dissesse que os tetracampeões brigariam com as nanicas nas primeiras corridas, mas com um Ricciardo inspirado pela torcida australiana, a equipe deu uma volta por cima clássica e logo na primeira prova tinha um dos seus pilotos no pódio, mostrando que subestimar a Red Bull é um grande erro. Ricciardo também tem vários motivos para comemorar, já que o australiano foi quase que uma imposição de Helmut Marko para justificar à Dietrich Mastechitz o caro programa de jovens pilotos da Red Bull, já que Christian Horner queria Kimi Raikkonen como companheiro de equipe de Vettel. Sem ser um piloto que chamasse tanta atenção na Toro Rosso, havia uma desconfiança em cima de Ricciardo, mas logo em seu primeiro final de semana numa equipe grande, Daniel colocou tempo em Vettel e guiou sem muitos dramas para conseguir um importante segundo lugar, fazendo bem mais do que Webber em vários anos de Red Bull. Pelo menos em Melbourne. Falar da corrida de Vettel resume-se em vários problemas, com o alemão sofrendo um abandono precoce após uma classificação difícil e mostrando uma diferença para os outros anos, pois se antes os problemas aconteciam no carro de Webber, nesse final de semana tudo o que poderia acontecer de ruim no final de semana da Red Bull, recaiu sobre o carro de Vettel. Marko também deve estar sorrindo pela exibição segura de Daniil Kvyat. Muitos acusaram a Red Bull de ter vendido a vaga de sua equipe satélite para Kvyat, mas o russo mostrou uma boa pilotagem e logo em sua estreia pontuou, chegando colado em Vergne, que teve uma corrida errática quando tinha boas chances de marcar bons pontos.

Sete anos depois de estrear muito bem Lewis Hamilton na F1, a McLaren viu Kevin Magnussen repetir o terceiro lugar do inglês com uma corrida segura, onde o dinamarquês chegou a pressionar Ricciardo no final da prova por um lugar melhor do que seu terceiro, mas o receio natural da McLaren com o carro e com o comportamento do seu piloto novato fez com que o danês permanece em um ótimo terceiro lugar, terminando um incômodo jejum de mais de um ano da McLaren. Jenson Button fez uma corrida bem ao seu estilo, onde saiu das posições intermediárias para ler bem a corrida e marcar bons pontos com um quarto lugar, mesmo não tendo incomodado seu jovem companheiro de equipe. Num momento de transição da McLaren, a volta de Ron Dennis poderá levar a tradicional equipe a uma temporada muito boa. Já a Ferrari, cujo presidente disse que um vice-campeonato já era um fracasso, o quinto lugar de Fernando Alonso não é um grande sinal. O espanhol tirou, como fez praticamente desde que chegou à Ferrari, tudo do seu carro e a modesta recompensa foi um tímido quinto lugar, onde Alonso só conseguiu ultrapassar a Force India de Hulkenberg nos boxes. Não há como não admitir a fraca corrida de Raikkonen nessa sua volta à Ferrari. O finlandês teve problemas com os novos freios eletrônicos e fritou seus pneus algumas vezes, saindo rapidamente da pista duas vezes na curva 9. O oitavo posto, para quem venceu no ano passado, é muito pouco para Raikkonen.

A Williams aprendeu que largar bem pode livrar a equipe de confusões do meio do pelotão. Primeiro foi Massa ao ser atropelado pelo nada mito Kobayashi. Depois foi Valtteri Bottas fazer uma bela corrida de recuperação, mas um toque leve no furo furou seu pneu, causou a entrada do único safety-car do dia e fez o finlandês ter que remar tudo outra vez, o que lhe garantiu um bom sexto lugar, mas o ritmo da Williams não era para essa posição. Nico Hulkenberg fez outra prova sensacional e apesar de chegar apenas em sétimo, o alemão reestreou na Force India andando muito tempo na quarta posição e só foi superado por Alonso nos boxes, enquanto Sergio Pérez fez uma prova apagadíssima. A Sauber levou seus dois carros até o final, mesmo que se arrastando e nem Sutil, tampouco Gutierrez, estiveram próximos de pontuar. O fracasso da Sauber só não fica mais evidente pela vergonhosa atuação da Lotus, essa sim brigando de 'igual para igual' com as nanicas. Após um final de ano sensacional, a Lotus sofreu o pão que o diabo amassou nos treinos com um carro lento e sem nenhum acerto. No fim, andando mal e porcamente, os seus dois pilotos abandonaram, sendo que Maldonado, que fez tanta força para sair da Williams e ir para a Lotus, deve estar se perguntando o que fez para merecer tanto castigo. Repito algo que pode incomodar muita gente, mas não vejo Kamui Kobayashi como mito em nenhum momento de sua carreira e sua barbeiragem na primeira curva é mais um exemplo cabal de que, de mito, Koba está mais para Jurandir Mitoso...

A primeira corrida em Melbourne nunca foi parâmetro para o resto da temporada e a corrida do ano passado é mais um exemplo disso, mas está claro que a Mercedes está um degrau acima dos demais, enquanto Williams poderá ser a segunda força quando largar mais à frente, enquanto a confiabilidade dos carros não está tão ruim como o imaginado. Nico Rosberg começou o ano com o pé direito e com o carro que tem e o emotivo companheiro de equipe que tem, o alemão pode estar iniciando uma bela caminhada para uma temporada inesquecível para ele. 

sábado, 15 de março de 2014

E a galera vibra!

A classificação de hoje será um prato cheio para os detratores de Sebastian Vettel. Seja no seco ou no molhado, o atual tetracampeão não foi capaz de andar próximo do seu novo companheiro de equipe Daniel Ricciardo e depois de um longo tempo, Vettel teve que abandonar seu Red Bull no box no final do Q2, tendo que se conformar com uma décima segunda posição no grid amanhã, enquanto Ricciardo levava o problemático Red Bull ao Q3 e brigar de igual para igual com os dominantes Mercedes, para delírio do público australiano, que pelo jeito não sentirá muita falta de Mark Webber. 

Por sinal, a Red Bull foi a equipe que comemorou mais a classificação, mais até do que os donos da pole, a Mercedes. Hamilton e Rosberg dominaram os treinos livres e nem a chuva interrompeu o que parece ser um início de domínio da marca alemã frente aos adversários, principalmente pelo motor, exemplificado com os seis carros da Mercedes no Q3, contra quatro do resto. Hamilton teve a sorte de completar a sua penúltima volta rápida no Q3 antes da bandeirada e ainda ter uma última chance de bater o tempo de Rosberg, que vinha mais rápido até o momento e não teve a mesma chance. Numa pista mutável, Hamilton usou bem essa vantagem para superar Rosberg e ainda viu Ricciardo ficar com um lugar na primeira fila. Nico parecia decepcionado, bem ao contrário de Ricciardo, que conquistou seu melhor resultado na carreira em uma classificação e mostrou que menosprezar a Red Bull pode ser um erro grave para todas as demais equipes de ponta. Meio que mostrando aos rivais, a comemoração efusiva da Red Bull nos boxes era uma forma de resposta para quem esperava os atuais tetracampeões brigando com as nanicas na primeira prova, enquanto Helmut Marko vibrava com o bom desempenho de Ricciardo, uma aposta sua.

Continuando o bom momento dos jovens pilotos, o estreante Kevin Magnussen viu seu companheiro de equipe Jenson Button ficar pelo caminho no Q2 e o dinamarquês conseguiu um ótimo quarto lugar, mesmo que distante da briga pela pole. Outro novato festejado foi Daniil Kvyat, que levou seu Toro Rosso ao Q3 e mesmo tendo rodado e ter ficado bem atrás de Jean-Eric Vergne, levou sua cota de tapinhas nas costas. No reino da Ferrari, Alonso foi bem superior a um apagado Raikkonen, que viu problemas em profusão em seu carro, além de problemas com o tráfego que o fez ficar pelo caminho no Q2, mas Alonso pareceu sem ter muito o que fazer contra as outras equipes de ponta e teve que se conformar com uma quinta posição. A badalada Williams foi, ao lado da Toro Rosso, a única equipe a colocar seus dois carros no Q3, mas o carro não funcionou na chuva e com a conhecida inaptidão de Felipe Massa em pista molhada, fechou o Q3, sendo que Bottas perderá cinco posições por um câmbio quebrado. Houve equipes com problemas, como a Sauber, mas nenhuma se destacou tanto com a Lotus, que largará na última fila, sendo que Maldonado sequer marcou tempo. Felipe Massa e Nico Hulkenberg, que teve outro bom desempenho hoje, devem estar aliviados por terem se livrado desse mico auri-negro!

Se a espera pelos treinos era de formar uma opinião mais sólida de como seria 2014 na F1, a chuva estragou tudo e ela está prevista para aparecer no domingo, embaralhando novamente as cartas. Porém, a chuva não poderá esconder os problemas de confiabilidade que poderão acometer alguns carros, além do consumo de combustível. Amanhã poderá ser um dia histórico para a F1.

quinta-feira, 13 de março de 2014

É hoje!

Se o intervalo entre a última corrida de um ano e a primeiro do ano seguinte já é uma espera ansiosa, 2014 vem sendo ainda mais excitante com as novidades e a incerteza do que esperar para essa primeira corrida em Melbourne. As novas regras mudaram a F1 e pode ter virado o status quo da categoria de cabeça para baixo, com equipes que penaram no ano passado (Williams) lutando por vitórias, enquanto quem dominava (Red Bull) até 2013 poderá ter um 2014 difícil.

Já se falava há muito tempo que a Mercedes teria sido a montadora que melhor se preparou para os novos motores e acessórios que seriam a novidade em 2014 e as três sessões de testes comprovaram isso, fazendo da equipe de fábrica a favorita por ter andado mais quilômetros e com seus dois pilotos terem sido um dos mais rápidos. Ambos necessitam de afirmação, mesmo com Hamilton já tendo um título, ainda lhe resta saber se está no mesmo nível de Vettel e Alonso, enquanto Nico Rosberg terá que provar que é mais do que o filho de Keke Rosberg que se parece com a Britney Spears. O pulo da Mercedes elevou duas equipes tradicionais que ficaram bem abaixo das expectativas em 2013: McLaren e, principalmente, a Williams. O time de Frank Williams contratou Felipe Massa no que parecia ser o final de carreira no meio do pelotão do brasileiro, mas a vinda da Mercedes significou um salto de qualidade impressionante que pode levar Massa e Bottas a lugares não imaginados no ano passado, enquanto Button terá que superar a dor da perda do pai (e eu sei como isso dói...) para superar Kevin Magnussen, candidato a novo Hamilton.

A Ferrari trabalha em silêncio, com uma pré-temporada onde percorreu muitos quilômetros, mas não mostrou muito desempenho, algo que pode atrapalhar a dupla fortíssima, com Alonso e Raikkonen, para tirar os italianos da fila. Red Bull terá que mostrar a força que a fez dominar os quatro últimos anos para se reerguer o mais rápido possível de uma pré-temporada horrorosa e Vettel poderá calar os críticos com corridas vindo de trás que mostram que ele pode se destacar sem ter um carro vencedor. 

Hoje, às 22:30, começará o primeiro treino livre em Melbourne, cuja previsão de tempo é de chuva no sábado e na corrida. Vai ser muita ansiedade ver os primeiros carros andando no belo circuito australiano e, principalmente, quanto tempo eles ficaram nele. 

terça-feira, 11 de março de 2014

Vai uma Corona aí?

Essa foto se deu durante o Rally do México, onde Thierry Neuville viu-se sem água no radiador. Para os apreciadores de uma loira gelada, o belga fez um sacrilégio!

quinta-feira, 6 de março de 2014

quarta-feira, 5 de março de 2014

Homenagem sem torcida

Sincera e honestamente, não entendo nada dos desfiles das escolas de samba no Rio e sequer assisto, pois acho muito chato. Porém, sempre vejo a apuração e quem venceu hoje foi a Unidos da Tijuca, que homenageou Ayrton Senna, cuja morte fará vinte anos no próximo feriado de primeiro de maio. Sincera e honestamente, não torci a favor pela Tijuca enquanto as notas eram cantadas. Se o enredo fala de velocidade, por que não falar dos outros campeões da F1? Meu falecido pai ficava indignado quando se falava de Senna como um semideus e não falava nada de Piquet. Se estivesse vivo, ele estaria reclamando até agora. Bom, como é uma homenagem ao Senna, até entendo não falar nada de Piquet e Fittipaldi, mas o que me incomodou mesmo foi uma frase do samba-enredo em que o 'Dick Vigarista' é derrotado. Não é preciso ser nenhum gênio para perceber que esse 'Dick' se refere ao Schumacher (alguns falaram também no Prost). Poxa, o cara está lutando pela vida lá na França e ainda assim ser chamado, mesmo que de forma subliminar, de Dick Vigarista é, no mínimo,dispensável. Muita gente aqui no Brasil vai dizer que o campeonato da Unidos da Tijuca foi a 42º vitória de Ayrton Senna, mas torço mesmo pela 92º vitória de Michael Schumacher!

segunda-feira, 3 de março de 2014

Rumo à Melbourne

Nesse domingo de carnaval, a F1 encerrou sua pré-temporada no Bahrein com expectativa de uma temporada atípica e as duas primeiras corridas do ano (Austrália e Malásia) mais atípicas ainda. Alinhando dois gráficos, de tempos mais rápidos e quilometragem percorrida, é fácil apontar Mercedes e Williams como francas favoritas para daqui a duas semanas na Oceania, mas com carros tão complexos, é impossível cravar alguma coisa.

Com vasto investimento da Mercedes, parece que finalmente a equipe de fábrica da montadora poderá se sobressair com seus dois talentosos pilotos, mesmo com Hamilton e Rosberg ainda estarem desconfiados de problemas em seus carros, particularmente no câmbio. No entanto, há quem diga que a Mercedes ainda teria uma reserva de desempenho e se quisesse, poderia ter melhorado o melhor tempo desses oito dias de pré-temporada no Bahrein pertencentes a Felipe Massa, da Williams. Massa vive o sonho de que a Williams repita o conto de fadas da Brawn em 2009, quando a equipe que sucedeu a Honda vinha de uma temporada terrível e cheio de incertezas para conquistar o campeonato de forma surpreendente. Claro que a Williams não é nenhuma novata, mas vem de sua pior temporada na sua longa história e o futuro da tradicional equipe sempre é motivo de preocupação para quem acompanha da categoria. A troca dos motores Renault pelo Mercedes foi aposta certeira e com um bom carro, Massa poderá sim (e isso não nenhum desvaneio global) pensar em pódios ou até mesmo vitórias, pois no momento, a Williams não teve nenhum problema mais sério de confiabilidade e a velocidade, se está abaixo da Mercedes, não perde para mais ninguém.

Mesmo tendo andado bastante, Fernando Alonso se mostrou preocupado com a falta de desempenho da Ferrari. Os vermelhos não tiveram tantos problemas de confiabilidade, mas parece que os carros não tem o mesmo ritmo de Mercedes e Williams. Como Luca de Montezemolo já disse que outro vice é uma tragédia... A McLaren começou bem os testes em Jerez, mas ficaram um pouco abaixo da expectativa no Bahrein, sendo que Kevin Magnussen já anda no mesmo ritmo de Button. A Force India tende a ser a quarta força da Mercedes, mas como os clientes de Ferrari e Renault tiveram seus problemas, os pilotos da equipe hindu podem sonhar em marcar pontos. A Sauber pouco apareceu e parece sofrer do mesmo mal da Ferrari, enquanto a Marussia até mostrou alguma velocidade, mas até um vírus de computador atrapalhou o menor time da F1.

A declaração do diretor técnico da Lotus, dizendo que só com muita sorte receberá a bandeirada em Melbourne resume bem o drama não apenas da equipe aurinegra, mas de todos os clientes da Renault. Os franceses não repetiram o sucesso que ajudou a dar quatro títulos para a Red Bull e Sebastian Vettel e todos os seus clientes, principalmente a tetracampeã Red Bull, tiveram problemas com seu motor, que quando andava, sempre ficava com os piores tempos. Na Red Bull o problema chama mais atenção, além do fato que o projeto de Adryan Newey causou sérios problemas de superaquecimento do carro.

Daqui até a próxima quinzena, mais trabalho será feito nas doze fábricas dos times da F1 em 2014, mas sem outros testes até lá, os resultados desse esforço final veremos nos primeiros treinos livres para o Grande Prêmio da Austrália, onde veremos se a Mercedes surgirá como grande favorita para este ano e se a Red Bull terá que esperar por 2015 para voltar a fazer sucesso.