segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Figura(RUS): Mercedes

Quando Ross Brawn conquistou o título com sua equipe em 2009, a Mercedes parecia estar fazendo um negócio da China quando adquiriu o espólio do time no final de 2009. Se sem praticamente nenhum investimento a Brawn GP ganhou os Mundiais de Pilotos e Construtores com o pé nas costas, contando agora com o maciço apoio da Mercedes, os títulos pareciam que viriam em profusão, ainda mais tendo Ross Brawn como um competente chefe de equipe e com um motivado Michael Schumacher voltando de sua aposentadoria. Porém, mesmo com os carros mudando muito pouco entre 2009 e 2010, as coisas não saíram como esperado e a Mercedes viu o domínio da Red Bull nos anos seguintes, tendo a Ferrari de Fernando Alonso como principal rival. A Mercedes nunca deixou de investir na equipe, mas os resultados teimavam em não aparecer, principalmente devido à algumas dificuldades em compreender os pneus. As mudanças não tardaram a acontecer e Brawn saiu da equipe, juntamente com Norbert Haug, antigo manda-chuva da Mercedes desde a parceria com a McLaren. Para os seus lugares, vieram Niki Lauda e Toto Wolff, que trouxeram consigo vários engenheiros conceituados no paddock da F1 (Aldo Costa, Paddy Lowe, Geoff Willis e etc), além de terem convencido Lewis Hamilton sair da McLaren e da asa de Ron Dennis para se unir ao projeto. Nico Rosberg já havia demonstrado ser capaz de trabalhar bem com os engenheiros e ser bastante eficiente dentro da pista, derrotando de forma inapelável Michael Schumacher. Faltava algo para a Mercedes dar o pulo do gato e isso veio com a profunda mudança de regulamento para 2014, com a saída dos motores unicamente à combustão interna aspirados para a vinda dos motores turbo e pequenos motores híbridos. Tendo que fazer um projeto de uma folha de papel em branco, ótimos engenheiros e muito dinheiro para investir, a Mercedes construiu de longe o melhor motor da F1 e ainda projetou um ótimo chassi, que proporcionou à Lewis Hamilton e Nico Rosberg dominarem a F1 em 2014 como fazia tempo que não era visto. Os únicos percalços vividos pela Mercedes nesse ano foram causados por problemas mecânicos ou pelos seus próprios pilotos, que numa disputa surpreendente, vide a amizade que Lewis e Nico tinham desde o kart, causaram as maiores dores de cabeça para Lauda e Wolff, mas os dois austríacos geriram da melhor forma possível a disputa interna e sem interferir muito nas ações dentro da pista, viram Hamilton e Rosberg conseguirem nove dobradinhas, contando com a da corrida em Sochi, e garantirem com três corridas de antecedência o Mundial de Construtores. Como Rosberg e Hamilton também ficarão com os dois primeiros lugares no Mundial de Pilotos, a Mercedes fará em 2014 barba, cabelo e bigode na F1. Mesmo que esse domínio tenha feito que os dois pilotos da Mercedes começasse uma rivalidade que algumas vezes saiu do controle, da forma como a Mercedes está hoje, podemos estar assistindo um grande domínio pelos próximos anos.   

Figurão(RUS): Nico Rosberg

Como o próprio personagem falou após a corrida, mesmo feliz com o título de construtores indo para a Mercedes na Rússia, Nico Rosberg ficou bastante chateado pelo o seu erro em Sochi. Superado em todos os treinos por Lewis Hamilton, Nico apostou na estratégia correta na largada e ter a chance de incomodar ou até mesmo, fazer Hamilton errar durante as 56 voltas de corrida. Sabendo que a primeira freada após a largada é bastante distante do local do grid, Rosberg não atacou logo Hamilton quando as luzes vermelhas se apagaram. Diga-se de passagem, Hamilton fez uma largada bem na diagonal, fechando Rosberg de forma descarada. Após a rápida curva um, Nico saiu da traseira de Hamilton de forma sorrateira, surpreendendo o inglês a ponto de Lewis sequer ter tempo de uma defesa mais agressiva. Rosberg estava por dentro na curva 2, a primeira freada forte do dia, e estava com a faca e o queijo na mão, mas o alemão também sabia que Hamilton, mesmo por fora, forçaria tudo na freada. Foi então que Nico cometeu o erro que acabou com as suas chances de vitória. Pendurado no freio, com o carro pesado e na parte suja da pista, Rosberg travou suas rodas e ainda saiu da pista, estragando seus pneus a ponto de ter que troca-los no final da primeira volta. Como o circuito de Sochi teve um desgaste quase nulo, Nico Rosberg pôde fazer a corrida inteira praticamente com o mesmo set de pneus e sem perder muito rendimento, mas quando o alemão se viu em segundo lugar, estava 18s atrás de Hamilton e impossibilitado de qualquer ataque nas voltas finais, até mesmo para administrar seus pneus e um combativo Valtteri Bottas, em terceiro lugar. Mesmo com o problema na largada, Nico Rosberg garantiu a nona dobradinha da Mercedes em 2014, mas sua última vitória esse ano aconteceu algum tempo atrás, enquanto Lewis Hamilton parece cada vez mais forte para esta reta final do campeonato. Mesmo claramente mais lento do que Hamilton, Nico Rosberg usou outros subterfúgios para se igualar ao seu 'companheiro' de equipe a ponto de ainda estar lutando com ele até o momento no campeonato, mas também parece que os cartuchos de Nico Rosberg se acabaram e sua luta com Hamilton nas três provas finais parece ser bastante ingrata, com Hamilton numa fase exuberante e Nico sem poder fazer muito para quebra-la. 

Surgimento de uma estrela

Enquanto a F1 dava um enorme bocejo no novo Grande Prêmio da Rússia, mais ao leste a MotoGP consagrava Marc Márquez, durante o Grande Prêmio do Japão, como o mais novo bicampeão da categoria e se for juntar todas as categorias de base, Márquez tem no seu incrível currículo quatro títulos nos últimos cinco anos.

Mesmo tendo o forte apoio da Repsol Honda, é o talento precoce de Marc Márquez que faz com que o espanhol siga rumo ao estrelato do esporte mundial, dominando a MotoGP num momento em que a categoria tem outros grandes talentos na ativa, como é o caso do vencedor de domingo, Jorge Lorenzo, ou o eterno campeão Valentino Rossi, terceiro colocado. Com apenas 21 anos de idade, o futuro se mostra grandioso para Marc Márquez, que pode-se tornar em breve numa máquina de quebrar recordes, como foi Rossi há dez anos, mas ainda mantendo a simpatia fora das pistas.

domingo, 12 de outubro de 2014

E vamos quebrar tudo!

Lembrando da famosa musiquinha que embalava os testes de DNA no Programa do Ratinho, mais um típico final de corrida da Nascar, estrelando Matt Kenseth e Brad Keselowski.

Monotonia russa

A dobradinha da Mercedes não veio com a facilidade esperada, mas veio. O Mundial de Construtores, nas mãos da montadora alemã desde praticamente a primeira corrida, foi garantido matematicamente hoje em Sochi. Porém, nem toda a alegria da Mercedes poderá dispersar os longos bocejos dados pela primeira corrida de F1 na Rússia neste domingo. Numa corrida onde praticamente nada de anormal aconteceu, os quatro primeiros do grid de ontem terminaram nas mesmas posições hoje. Hamilton não tem nada com isso e com o triunfo de hoje, empatou com Nigel Mansell como o inglês com o maior número de vitórias na história da F1 e no embalo que Lewis está vindo para as provas finais, Hamilton não apenas desempatará com Nigel, como se garante como grande favorito ao título deste ano.

O momento mais emocionante do domingo na F1 foi justamente antes da largada, com as homenagens dos pilotos à Jules Bianchi numa bela cena em que todos os pilotos do grid, incluindo também os reservas, se abraçaram numa espécia de prece para o francês, que luta pela vida no Japão. Quando as cinco luzes vermelhas apagaram, Hamilton saiu melhor para a freada da curva 2, mas Nico Rosberg sabia que vencer em Sochi seria substancial para o seu campeonato, além de quebrar a longa sequencia de Hamilton nas últimas corridas. Rosberg conseguiu colocar por dentro de Hamilton, que ainda fez uma tardia tentativa de defesa, mas era tarde demais. Rosberg sabia que Hamilton tentaria tudo na freada e por isso deixou para frear no limite do limite da curva. Contudo, as coisas saíram um pouco do controle para o alemão, que fritou praticamente as quatro rodas e ainda saiu da pista, sendo obrigado a ceder a primeira posição para Hamilton, além de ter seu carro vibrando feito um liquidificador devido aos pneus destruídos pela freada forte. Sem ter muito o que fazer, Rosberg foi aos boxes colocar os pneus médios e tentar uma corrida de recuperação onde não pararia mais até o final. Sem seu maior rival no seu espelho retrovisor, Lewis Hamilton fez o que os ingleses chamam de 'sunday drive', onde dominou por completo o Grande Prêmio da Rússia, vencendo com imensa tranquilidade. Já Rosberg completou seu plano com facilidade graças ao pouquíssimo desgaste de pneus em Sochi. Mesmo precisando ultrapassar vários carros, Nico Rosberg não precisou forçar seus pneus no limite e quando os carros do primeiro pelotão foram parando, o alemão foi ganhando as posições correspondentes. Os únicos que saíram à frente de Nico foram Hamilton, este inalcançável, e Bottas. Porém, mesmo com o finlandês com pneus novos, Rosberg não perdeu muito tempo para ultrapassar o piloto da Williams e controlar a sua corrida até o fim, sem sequer perder muito rendimento no final da corrida, algo esperado para quem trocou seus pneus no final da primeira volta. Mesmo com a segunda posição após uma corrida complicada, Rosberg está numa situação delicada no campeonato. Apesar da diferença para Hamilton não ser muito grande, lembrando que a última corrida terá pontuação dobrada, o momento é todo do inglês e mesmo Nico sendo um piloto ardiloso, está difícil quebrar o ótimo ritmo de Hamilton nessa reta final de campeonato.

Bottas fez uma corrida tranquila, onde perdeu o segundo lugar que ocupou a prova praticamente inteira na esperança de Rosberg ficar sem pneus no final da corrida, algo que não aconteceu. Valtteri ainda marcou a volta mais rápida da corrida na última volta, mas não tinha muito o que fazer, mas o finlandês vai ganhando cada vez mais rodagem no pódio e sua presença entre os três primeiros já não é algo anormal. Largando em 18º, Felipe Massa tentou algo diferente e praticamente seguindo Rosberg, trocou o seu pneu médio pelo macio na primeira volta. A primeira parte do plano deu tudo certo. Massa seguiu Rosberg nas ultrapassagens, deixando o alemão da Mercedes sempre à vista, mas quando Felipe encontrou com Sergio Pérez, o plano foi para o espaço. Massa foi o único a fazer duas paradas e para seu azar, Pérez fez seu segundo stint com o mesmo tipo de pneus de Felipe, o deixando facilmente atrás. A progressão de Massa parou aí e para quem pensava em brigar pelo pódio, o brasileiro acabou mesmo fora da zona de pontuação. Button fez uma corrida tranquila, beirando a burocrática, pois o inglês largou bem e somente se segurou na posição em que largou. Quando fez sua parada, Button saiu dos boxes logo atrás de Rosberg, mas como a história da corrida mostrou, mesmo se Jenson tivesse saído antes do alemão da Mercedes, não faria muito diferença, vide o ritmo de Nico. Kevin Magnussen, punido em cinco posição pela troca de câmbio, fez uma largada sensacional e ganhou praticamente todas as posições perdidas pela punição, subindo rapidamente para o quinto lugar, quando ultrapassou a Toro Rosso de Vergne. 

Alonso ficou na mesma região em que largou e mostrou que sua despedida da Ferrari será bem longe das expectativas tanto dele, como da Ferrari, de quando o espanhol chegou no time italiano em 2010. Raikkonen, ainda sem se sentir bem com o seu carro, ficou em nono, longe de acompanhar o ritmo de Alonso. A Red Bull utilizou estratégias distintas com seus dois carros e o resultado entre eles não foi muito diferente. Ricciardo, preso atrás de Vettel, foi o primeiro dos pilotos a fazer sua única parada. Vettel, que fez uma ótima largada e ficou as primeiras voltas à frente do seu companheiro de equipe, foi um dos últimos a fazer sua parada. No fim, ambos os carros da Red Bull ficaram praticamente nas mesmas posições em que estavam antes, com a diferença de Ricciardo está na frente de Vettel. Outro final de semana para esquecer da Red Bull, algo que a Toro Rosso, que tinha a motivação de ter uma das estrelas do final de semana, o local Daniil Kvyat, também sentirá. Com seus dois pilotos entre os dez primeiros no grid e fazendo, ambos, uma boa largada, era esperado que a Toro Rosso marcasse bons pontos, mas com as voltas passando, seus pilotos foram caindo de rendimento e no fim, acabaram fora da zona de pontuação, com Kvyat estragando seus pneus numa disputa com Nico Hulkenberg e forçado a fazer uma segunda parada. A Force India já não mostra a força de outros tempos e teve que se conformar com a décima posição de Sergio Pérez, que segurou muito bem Felipe Massa em praticamente metade da prova e ainda teve que economizar combustível, Hulkenberg, uma estrela ascendente há bem pouco tempo, está ficando cada vez mais esquecido tanto neste temporada, como para as próximas, no agitado mercado de pilotos. A Sauber ainda colocou Esteban Gutierrez na zona de pontos, mas com o mexicano sendo o último a trocar pneus. No fim, a Sauber continua sua via-crucis em 2014, onde está longe de marcar pontos, ficando logo à frente da Lotus, numa temporada terrível, só superando as nanicas.

Com o Mundial de Construtores conquistado, a Mercedes agora poderá respirar aliviada e pensar unicamente no Mundial de Pilotos, que dificilmente sairá do seu box. Hamilton está num momento muito bom e ver o inglês repetir o que fez Vettel no ano passado (nove vitórias nas últimas nove corridas) já não parece tão absurdo, pois o inglês está mostrando sua velocidade habitual, enquanto Nico Rosberg parece um pouco perdido na suas tentativas de se igualar ao 'companheiro' de equipe de outras formas sem ser a velocidade. Na ante-sala do pódio, foi claro para mim que os pilotos da Mercedes não se falam, mas com o título da Mercedes garantido, ambos poderão correr mais aliviados e sem amarras para o título, mas do jeito que está, Lewis Hamilton é o favorito. 

sábado, 11 de outubro de 2014

Tá russo, Nico

Vindo de três vitórias consecutivas e parecendo embalar no momento certo do campeonato, Lewis Hamilton mais uma vez mostrou que é, hoje, o piloto mais rápido em uma única volta, conseguindo sua sétima pole e superando Nico Rosberg, que mesmo mantendo a sua regularidade e trabalhando forte em melhorar o acerto do seu Mercedes, começa a ter pulgas atrás da sua orelha lhe incomodando na luta pelo título com seu 'companheiro' de equipe. Porém, a Mercedes não teve vida fácil e não fosse um erro de Valtteri Bottas nas últimas curvas do longo circuito de Soichi, o finlandês teria conquistado sua primeira pole na F1.

O treino de classificação contou com 21 pilotos, com a Marussia prestando um tributo à Jules Bianchi, ainda internado em estado crítico no Japão. Porém, o Q1 teve uma presença ilustre com Felipe Massa voltando aos seus azares de sempre em 2014. O brasileiro teve um problema em seu Williams e não foi capaz de fazer uma volta decente, ficando atrás até mesmo de uma Caterham, que por pouco não tirou o lugar do Q2 de Romain Grosjean na Lotus, que reza todos os dias para que 2014 acabe logo e o time receba os motores Mercedes. No Q2, outra presença ilustre, com Sebastian Vettel ficando pelo caminho. É mais normal do que parece pilotos dispensados sendo deixados de lado, mesmo que ele tenha conquistado quatro títulos mundiais. Com o segundo lugar no Mundial de Construtores praticamente assegurado, a Red Bull não pretende entregar à Vettel os seus desenvolvimentos para esse final de ano e, mais importante, o que fará em 2015, deixando todas as novidades para Ricciardo. No Q3, a McLaren mostrou um bom desempenho com Button em quarto lugar e a Ferrari provou que terá um final de ano melancólico, com um desmotivado Alonso mais preocupado com o que irá fazer em 2015. Hamilton dominou todos os treinos e parecia ter ainda alguma reserva, mas essa presunção quase lhe custou a pole, pois Bottas vinha numa volta espetacular, onde corria pendurado, mas essa agressividade acabou custando ao finlandês um erro nas últimas curvas, quando suas parciais eram as melhores do Q3.

Mesmo com Bottas andando bem na classificação, é esperado que a Mercedes se sobressaía em ritmo de corrida e daí, iremos ver mais uma vez a esperada briga entre os dois pilotos da Mercedes, sendo que Hamilton parece estar num momento bem melhor do que o de Rosberg.

terça-feira, 7 de outubro de 2014

Não é de hoje

Ainda sob os efeitos da cascata de péssimas notícias sobre o estado de saúde de Jules Bianchi, me preparava para escrever sobre o Grande dos Estados Unidos-Leste de 1979, mas algo na minha pesquisa me fez lembrar que esse problema, de onde começa e termina a jurisdição de pilotos, organizadores e FIA sobre as decisões das corridas não é de hoje. Abaixo, irei descrever uma parte do texto da edição de novembro de 1979 da Revista Quatro Rodas.

Aliás, os pilotos queriam que a prova tivesse seu início retardado em meia hora, pois a chuva estava diminuindo e queriam largar com pneus slick para pista seca.

Como os organizadores já haviam antecipado em uma hora o início da corrida, por causa da missa televisada do papa João Paulo II nos Estados Unidos, a antecipação não foi aceita.

A corrida foi muito acidentada e apenas sete carros chegaram ao final. É que os pilotos largaram com pneus de chuva e a pista foi secando, obrigado-os a trocar por pneus slicks.

Lembrando do contexto, a corrida foi realizada em Watkins Glen, circuito onde viu duas mortes violentas em 1973 (François Cevert) e 1974 (Helmut Koinigg), e o campeonato de 1979 já estava decidido à favor de Jody Scheckter, pendente apenas a menor decisão do vice-campeonato, entre Gilles Villeneuve e Jacques Laffite. Mesmo que a largada fosse retardada para melhorar a vida dos pilotos durante a corrida, os organizadores não ligaram muito para a opinião das estrelas do dia, no caso os pilotos, e deram a largada na hora marcada, por causa de uma transmissão de TV.

E essa decisão causou, como o texto explanou, muitos acidentes e decidiu a corrida à favor de Gilles Villeneuve, pois o canadense estava brigando com Alan Jones pela vitória e quando o australiano fez sua parada para colocar pneus slick, a Williams se atrapalhou e não apertou direito a roda traseira esquerda do carro de Jones e o australiano abandonou logo após sair dos boxes, com o pneu indo embora.

No Japão, 35 anos depois dessa corrida em Watkins Glen, sempre se perguntará se não teria sido melhor ter antecipado a corrida deste domingo com as informações na mão sobre o tufão que se aproximava. Para Jules Bianchi, no entanto, infelizmente essa discussão, e outras, veio tarde demais.